Procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo
terça-feira, 27 de julho de 2010
Antes e Depois de Luíza
domingo, 25 de julho de 2010
Essa MULHER

Todos nós temos preocupações comuns com a casa, contas à pagar, ordens para dar, coisas à fazer.



O Café Sírio


Apresentação
A Entrevista
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Mais Visitas
Muitos de vocês não conhecem o que é uma "campanha eleitoral"
Não é difícil para quem contrata uma tonelada de profissionais e os coloca na rua, para sua divulgação.
Gastam milhões.
Não é difícil para quem fica sentado, esperando os resultados, focando-se apenas em números de eleitores.
Luiza faz uma campanha consciente, vai aos lugares para conhecer a necessidade de cada um, informa-se, conversa, estuda.
Esse é o caminho certo da mudança, da renovação, da colocação de novos deputados de sangue novo, sem contaminações.
Tomamos chuva durante todo tempo, subimos morros, amassamos barro, mas valeu.
Chegamos perto de quem precisa, Luiza reuniu-se com as lideranças dos bairros. Muitas não são atendidas e não têm para quem reivindicar seus direitos.
“Luiza viu, ouviu e “conheceu “ in loco”, não mandou ninguém ir em seu lugar.
Nosso voto é o nosso destino dos próximos quatro anos.
Vamos valorizá-lo, vamos votar certo.
Comparem, estudem, acompanhem ,depois decidam!

Na Cidade
Na cidade Luiza visitou uma profissional famosa em Ubatuba
Fany
Figura querida e profissional competente , mantém seu comércio aberto em Ubatuba por mais de 20 anos.
Lá como em todo lugar onde mulheres se reúnem , foi uma festa.
Apresentada para todos Luiza encantou com seu modo carinhoso, simples e muito respeitoso.
Nossa canditada tem o poder de manter a austeridade de uma Procuradora, a doçura de uma mulher e a atenção de uma educadora.
Vou fazer um comentário bem pessoal, quem sabe, até assombre alguns.
Luiza é carismática assim como era meu amigo, ela brinca, sorri, fala sério, exige , pede , aceita , se necessário, se impõem. Também gosta de cozinhar , ela mesma fez os almoços em sua casa para todos nós.
Em um ambiente agradável de trabalho e confraternização, idéias e sugestões passamos horas felizes, em sua companhia.
Certo dia fez um café árabe divino, adivinhem se eu não fotografei e ainda peguei a receita para ensinar à vocês , logo postarei, depois façam o café árabe, fica delicioso.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
O Primeiro encontro



O Início
Ubatuba
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O RECADO

quinta-feira, 15 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
A Campanha
segunda-feira, 12 de julho de 2010
A CASA COMITÊ
COMITÊ
Lá recebe amigos, eleitores e faz reuniões com associações e comerciantes amigos.
Fotografei a casa, especialmente está árvore verde e amarela que existe bem na frente da casa.
Por que será que na selva de pedra que é São Paulo, bem na sua frente resplandece essa coisa tão bonita?
Ah! Vai saber, alguns dirão.
Nós não, nós sabemos bem o porquê.
(....aprendemos com o nosso amigo a reconhecer até os pequenos avisos)
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Cuidado ao Casar
Estava lendo alguns artigos que Luiza escreveu sobre determinados temas.
Gostei muito deste sobre casamento, além da visão jurídica Luiza consegue mostrar sua visão de mulher atuante, experiente e prática.
Acredito que este artigo sirva de orientação para nós mulheres ,e homens também.
Leiam...
CUIDADO AO CASAR
Antes do advento da Lei do Divórcio, em 1976, o casamento era indissolúvel. O padre dizia "até que a morte os separe" e todo o mundo tinha de obedecer, por inexistência de outra opção. Mesmo assim, é claro que muitos dos casamentos infelizes terminavam, se não na lei, que ainda não admitia a dissolução do vínculo matrimonial, pelo menos de fato. Cada um ia para o seu lado, pondo fim à união. Havia, é
verdade, o desquite, que permitia ao casal viver separado, mas impedia novo casamento civil.
Os tempos mudaram, para o bem dos brasileiros. A realidade superou a hipocrisia e nossa sociedade passou a admitir claramente que casamentos errados podem acontecer e, nesse caso, é melhor que sejam dissolvidos. O divórcio veio para apaziguar desavenças e possibilitar que as pessoas se casem mais
de uma vez.
A Constituição Federal de 1988 também trouxe novidades nesta área, reconhecendo a
união de fato e a existência da família constituída sem as formalidades legais.
Para evitar burocracia, muita gente nem se casa oficialmente, apenas passa a coabitar. Essa opção, porém, não livra o casal dos encargos do casamento, principalmente se houver filhos, pois os direitos da união estável estão assegurados. O número de casamentos religiosos e civis, porém, ainda é muito grande, superando largamente as uniões informais.
Os fatos da vida mostram que casamento é loteria, é uma aposta que pode ou não ser vencedora.
Admitir essa verdade tem conseqüências importantes na hora de casar. Os nubentes precisam estar preparados para o pior - a falência da união. Evidentemente, ao casar, ninguém planeja ao mesmo tempo a separação, salvo casos conhecidos como "golpe do baú", mas é preciso estar preparado(a) para a possibilidade do fim da relação (até pela morte, que pode ocorrer a qualquer momento) e tomar providências sensatas.
A decisão de adotar ou não o nome do cônjuge no casamento deve estar baseada na idéia de união finita, não eterna. Geralmente, apesar de não ser mais obrigatório por lei, a mulher adota o nome do marido, passando a ter uma identidade diferente do seu tempo de solteira. Todos os documentos precisam ser alterados e ela passa a ser conhecida por uma nova designação, que pertence ao casal.
Trata-se, hoje, de uma opção arriscada. Se a esposa fizer carreira profissional sólida e, depois de 20 anos por exemplo, resolver se separar, vai ter de mudar de nome e pode sofrer muitos prejuízos com isso. É terrível mudar de nome depois já ter se consolidado com determinada identidade. A mulher tem de explicar a todo o mundo que se separou, voltou a usar o nome de solteira que ninguém conhecia, mas continua sendo a mesma pessoa.
Por esta razão, algumas mulheres optam por permanecer com o nome de casada após a separação, coisa que a lei permite mediante justificativa, mas manter o patronímico do ex-cônjuge estando
separada dele não faz sentido... Haja vista o caso de Marta Suplicy, que se separou do marido mas não pode mudar de nome, pois ninguém sabe quem é "Marta Smith de Vasconcelos".
Assim, ao casar, mulher nenhuma deveria adotar o nome do marido e vice-versa (hoje, os homens também podem adotar o nome das esposas), a não ser que haja fundadas razões para agir dessa forma.
As pessoas devem nascer e morrer com o mesmo nome; já foi o tempo em que mulheres eram
propriedade dos maridos e perdiam a identidade ao casar.
Quanto às atividades profissionais dos noivos, tampouco devem eles abandoná-las em nome da união conjugal. Principalmente as mulheres, sensíveis aos apelos de seus homens para que deixem de trabalhar e passem a cuidar exclusivamente da casa e dos filhos, precisam tomar cuidado para não dar o passo errado. Há casamentos que duram a vida toda; em compensação, há aqueles que terminam antes de começar. Ninguém sabe do futuro e abandonar um emprego pode trazer danos morais e patrimoniais sérios. Além disso, nem sempre o homem conseguirá arcar, sozinho, com as despesas da casa. As mulheres não devem, em hipótese alguma, parar de trabalhar fora pelo fato de se casarem.
Essa postura é ultrapassada e só gera dissabores. Se e quando o casamento acabar, o cônjuge
dependente economicamente ficará na pior situação. Não é preciso correr esse risco. Se o casamento não acabar até a morte, mesmo assim, quando um dos dois morre, alguém sobra sozinho e tem de se sustentar. Na hipótese mais feliz, do casamento durar longos e longos anos, ainda assim é extremamente desagradável passar a vida pedindo dinheiro ao cônjuge e sendo controlada por ele.
Os homens tampouco devem pedir às esposas que abandonem suas atividades profissionais. Se houver separação e elas forem dependentes deles, os ex-maridos terão de pagar pensão alimentícia, coisa que costuma aborrecê-los bastante. É espantoso que, mesmo conhecendo os riscos de uma vida submissa, algumas mulheres ainda optem por ela. É mais espantoso, ainda, que homens inteligentes cheguem ao extremo do ciúme e da possessividade e exijam que suas noivas deixem seus empregos na hora de casar.
Além de tudo, nossa sociedade é tão servil ao poder econômico que quem não tem dinheiro não tem valor. O trabalho é o bem mais precioso porque dele advém a dignidade e o respeito social. Não é certo pretender que a mulher renuncie a tudo em nome de um casamento. Tampouco é correta a postura da esposa que, cedendo à comodidade, joga nas costas do marido toda a responsabilidade pela manutenção da casa, dos filhos e de si mesma. O homem não está mais obrigado a ser o único provedor.
Quanto ao regime de bens, pode ser escolhido livremente. O novo Código Civil, que entrará em vigor dentro de um ano, permitirá a alteração do pacto nupcial a qualquer tempo, mesmo após o casamento.
No entanto, quando os cônjuges já possuem considerável patrimônio pessoal antes de casar, o ideal é a separação total de bens, cuidando cada qual de administrar o que é seu.
Por fim, o fato do casal estar sempre preparado para enfrentar a separação, mesmo que ela nunca aconteça, traz o benefício da preservação da individualidade de cada um. Ninguém precisa renunciar ao que gosta de fazer, ninguém é completamente absorvido pelo outro, não se perdem os amigos nem os bens. A união passa a ser uma opção que se faz todos os dias e não um fardo a ser carregado pela falta de outro caminho a percorrer.
Na verdade, se o casamento durar para sempre, melhor. Mas, na hora de casar, é preciso não esquecer que ele pode acabar.
Fonte:http://www.luizaeluf.com.br/artigos/cuidado_ao_casar.pdf
terça-feira, 6 de julho de 2010
"Os Homens matam as mulheres porque .....
Amigossábado, 3 de julho de 2010
Mais sobre Luiza II

Na faculdade Luiza encontrou o companheiro de sua vida no último dia, do último ano dele, na mesma faculdade. Coincidência ? Pode ser, ou será "o destino" (?)...
Um ano depois, casaram_Luiza estava no quarto ano de faculdade, no quinto ano Luiza ganhou seu primeiro filho.
Mãe, estudante, agora esposa e mulher, Luiza continuou...
Mais tarde Luiza entrou no Ministério Público de São Paulo. Ela conta que foi um esforço sobre humano, na época as mulheres eram discriminadas para o cargo.
Após 30 anos ocupando o cargo de Procuradora, acrescido de todas as ocupações de uma mulher comum, Luiza consegue manter uma tranquilidade visível quando se conhece ela pessoalmente.
Aos ”sábados ela reúne a família , “ pilota o fogão", cozinha para todos. Reúne seus pais,_ agora apenas sua mãe, seu pai faleceu em 2009 aos 100 anos. Luiza gosta de culinária porque acredita que "comida é amor".
Desde 28 de julho de 2009, Luiza tornou-se avó, como toda avó ela diz:__ Meu netinho é minha vida!
Luiza é mais uma "avó coruja" como todas nós avós.
Em conversa Luiza comentou que poderia descansar, passar mais tempo com os seus, ficar mais em sua casa de Ubatuba, que ela acha ser o lugar mais lindo do Universo.
Mas...
Essa mulher guerreira e capacitada enfrenta mais um desafio ao tentar uma cadeira no Congresso para Deputada Federal.
Ela diz: __ "É um desafio minha candidatura, não preciso de emprego, sou Procuradora de Justiça, mas gostaria de colaborar na elaboração de leis para proteger as mulheres da violência doméstica, preservar o meio ambiente e melhorar a segurança pública."
Aqui está mais um pouquinho desta mulher que muitos de vocês desconhecem, uma pessoa que gosta de Tom Jobim, Chico, Gal, gosta de coisas da "nossa terra" .
Sem dúvida temos uma pessoa com os méritos necessários para nos representar.
Tenho convivido com Luiza, tenho visto sua capacidade de concentração, interesse, coragem e disposição em atender a todos, sempre dentro de uma tranquilidade visível, de um equilíbrio constante.
Eleições são sempre caixinhas de surpresas, mas... eu gostaria muito que Luiza chegasse até lá, são pessoas assim que farão a diferença .São pessoas assim ,que todos nós tanto pedimos e reclamamos por não termos no cargo.
Vamos que vamos... em frente ! Cada dia é mais um dia...
Nossa amiga Luiza está aí!
Agora a decisão não é dela, é nossa!





